
O mundo todo está voltado para a epidêmia do coronavírus (covid-19), que tem assolado em diversos países, provocando mais de três mil mortes atualmente. Mas, deve-se frisar da importância que outro vírus pode prejudicar a vida dos cidadãos, trata-se do sarampo que mata mais, por exemplo que o próprio coronavírus, por isso, a atenção e preocupação das autoridades da área de saúde com esta doença são primordiais. A doença através do sarampo que não existe um remédio específico e com isso a única forma de preveni-la ainda é a dosagem da vacina.
A maioria das mortes por sarampo ocorrem por complicações associadas à doença. São mais situações frequentes entre as crianças menores de cinco anos ou em adultos com mais de 30 anos. As complicações mais graves incluem como: cegueira, encefalite (infecção acompanhada de edema cerebral), diarreia grave (pode provocar desidratação), infecções no ouvido ou infecções respiratórias graves, como no caso da pneumonia.
Os casos mais graves são especialmente frequentes entre as crianças pequenas com má nutrição e, sobretudo, entre as pessoas com deficiência de vitamina A ou por causa do sistema imunológico que esteja enfraquecido proveniente de outras doenças.
Sabendo disso, o Ministério da Saúde lançou a nova fase da “Campanha Nacional de Vacinação” contra o sarampo. A expectativa é que mais de três milhões de crianças e jovens na faixa etária entre cinco a 19 anos sejam imunizados em todo o Brasil. Na campanha de divulgação que começou no dia 10 de fevereiro e se estenderá até o próximo dia 13 de março. A campanha contra o sarampo tem como slogan “Mais proteção para a sua família”, com o objetivo de sensibilizar pais e os responsáveis sobre os riscos de não vacinar seus filhos.